{"id":11809,"date":"2022-08-16T10:55:00","date_gmt":"2022-08-16T10:55:00","guid":{"rendered":"https:\/\/institutodpn.org\/website\/?p=11809"},"modified":"2022-08-17T13:28:53","modified_gmt":"2022-08-17T13:28:53","slug":"instituto-lanca-cartilha-com-estrategias-para-combater-a-violencia-politica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/institutodpn.org\/website\/2022\/08\/16\/instituto-lanca-cartilha-com-estrategias-para-combater-a-violencia-politica\/","title":{"rendered":"Instituto lan\u00e7a cartilha com estrat\u00e9gias para combater a viol\u00eancia pol\u00edtica"},"content":{"rendered":"\n<p>.O <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/cotidiano\/2020\/08\/especialistas-criam-instituto-para-capacitar-advogados-na-defesa-criminal-de-pessoas-negras.shtml\">Instituto de Defesa da Popula\u00e7\u00e3o Negra (IDPN)<\/a> lan\u00e7ar\u00e1 nesta quinta-feira (11) um manual de enfrentamento \u00e0 viol\u00eancia pol\u00edtica. O documento busca fornecer estrat\u00e9gias jur\u00eddicas que possam ser usadas por parlamentares e por candidatos a cargos eletivos \u2014e, especialmente, por pessoas negras.<\/p>\n\n\n\n<p>O documento afirma que viol\u00eancia pol\u00edtica \u00e9 mais frequente entre determinados grupos sociais, como mulheres, negros, quilombolas, ind\u00edgenas, moradores de regi\u00f5es descentralizadas e pessoas LGBTQIA+.<\/p>\n\n\n\n<p>O IDPN lembra que not\u00edcias falsas, por exemplo, n\u00e3o s\u00e3o tipificadas como um crime espec\u00edfico no Brasil, embora portarias e resolu\u00e7\u00f5es do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) busquem combat\u00ea-las. Mas afirma que a pr\u00e1tica pode ser enquadrada em crimes j\u00e1 previstos pela legisla\u00e7\u00e3o brasileira, como \u00e9 o caso daqueles que atentam contra a honra.<\/p>\n\n\n\n<p>O manual &#8220;#BastadeViol\u00eanciaPol\u00edtica&#8221; ainda indica estrat\u00e9gias de atua\u00e7\u00e3o em casos de viol\u00eancia pol\u00edtica, como buscar ajuda junto \u00e0 Casa legislativa, \u00e0 Justi\u00e7a, ao Minist\u00e9rio P\u00fablico ou at\u00e9 mesmo a uma delegacia de pol\u00edcia \u2014e quais as vantagens e desvantagens em cada caso.<\/p>\n\n\n\n<p>Fundado h\u00e1 dois anos, o IDPN oferece assessoria jur\u00eddica gratuita \u00e0 popula\u00e7\u00e3o negra e forma\u00e7\u00e3o para jovens advogados negros.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesta quinta, o instituto tamb\u00e9m lan\u00e7ar\u00e1 o IDPN Cast, podcast semanal que ser\u00e1 apresentado por advogados que integram seus quadros e falar\u00e1 sobre a Justi\u00e7a a partir de uma perspectiva racial.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Este \u00e9 um momento importante para o IDPN porque marca a amplia\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es propostas inicialmente&#8221;, afirma o coordenador da institui\u00e7\u00e3o, Joel Luiz Costa. &#8220;Isso nos permite reconhecer a import\u00e2ncia de ter a Justi\u00e7a sendo analisada a partir de uma perspectiva negra, numa sociedade onde o racismo baliza todas as a\u00e7\u00f5es&#8221;, segue.<\/p>\n\n\n\n<p><small>Mat\u00e9ria publicada originalmente pela <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/colunas\/monicabergamo\/2022\/08\/instituto-lanca-cartilha-com-estrategias-para-combater-a-violencia-politica.shtml\">Folha de S\u00e3o Paulo<\/a>.<\/small> Imagens: IDPN<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>.O Instituto de Defesa da Popula\u00e7\u00e3o Negra (IDPN) lan\u00e7ar\u00e1 nesta quinta-feira (11) um manual de enfrentamento \u00e0 viol\u00eancia pol\u00edtica. O documento busca fornecer estrat\u00e9gias jur\u00eddicas que possam ser usadas por parlamentares e por candidatos a cargos eletivos \u2014e, especialmente, por pessoas negras. O documento afirma que viol\u00eancia pol\u00edtica \u00e9 mais frequente entre determinados grupos sociais, como mulheres, negros, quilombolas, ind\u00edgenas, moradores de regi\u00f5es descentralizadas e pessoas LGBTQIA+. O IDPN lembra que not\u00edcias falsas, por exemplo, n\u00e3o s\u00e3o tipificadas como um crime espec\u00edfico no Brasil, embora portarias e resolu\u00e7\u00f5es do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) busquem combat\u00ea-las. Mas afirma que a pr\u00e1tica pode ser enquadrada em crimes j\u00e1 previstos pela legisla\u00e7\u00e3o brasileira, como \u00e9 o caso daqueles que atentam contra a honra. O manual &#8220;#BastadeViol\u00eanciaPol\u00edtica&#8221; ainda indica estrat\u00e9gias de atua\u00e7\u00e3o em casos de viol\u00eancia pol\u00edtica, como buscar ajuda junto \u00e0 Casa legislativa, \u00e0 Justi\u00e7a, ao Minist\u00e9rio P\u00fablico ou at\u00e9 mesmo a uma delegacia de pol\u00edcia \u2014e quais as vantagens e desvantagens em cada caso. Fundado h\u00e1 dois anos, o IDPN oferece assessoria jur\u00eddica gratuita \u00e0 popula\u00e7\u00e3o negra e forma\u00e7\u00e3o para jovens advogados negros. Nesta quinta, o instituto tamb\u00e9m lan\u00e7ar\u00e1 o IDPN Cast, podcast semanal que ser\u00e1 apresentado por advogados que integram seus quadros e falar\u00e1 sobre a Justi\u00e7a a partir de uma perspectiva racial. &#8220;Este \u00e9 um momento importante para o IDPN porque marca a amplia\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es propostas inicialmente&#8221;, afirma o coordenador da institui\u00e7\u00e3o, Joel Luiz Costa. &#8220;Isso nos permite reconhecer a import\u00e2ncia de ter a Justi\u00e7a sendo analisada a partir de uma perspectiva negra, numa sociedade onde o racismo baliza todas as a\u00e7\u00f5es&#8221;, segue. Mat\u00e9ria publicada originalmente pela Folha de S\u00e3o Paulo. 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